Danielbiologo's Blog

Turismo em Santa Catarina.

Posted in Uncategorized by danielbiologo on 21 de outubro de 2011

Turismo em SC

SC só tem as belezas naturais, pois infraestrutura, transporte coletivo, ciclovias, acessibilidade etc. quase não existem. Temos que aliar a cultura do Estado, suas belezas naturais, algumas delas conservadas na forma de unidades de conservação e infraestrutura, com sustentabilidade de verdade, para aí, sim, podermos dizer: temos turismo de verdade!
Clique sobre o texto para ler publicado no DC

Daniel Costa – Biólogo
Florianópolis

  Santa Catarina melhor destino turístico do Brasil! Só temos as belezas naturais, pois infraestrutura, transporte coletivo, ciclovias, acessibilidade, etc, não temos quase nada. Se apenas com as Belezas Naturais estamos assim imaginem se houvesse tudo que o turismo realmente precisa? E ainda temos aquilo que atrai o turismo, sendo destruído inclusive com apoio de Leis que reduzem Áreas de Preservação Permanente, quase todas elas, Belezas Naturais. Temos que aliar a Cultura do Estado, suas Belezas Naturais, algumas delas conservadas na forma de Unidades de Conservação e infraestrutura com sustentabilidade de verdade, para aí sim podermos dizer, temos turismo de verdade!

Bicicleta na rua: é trânsito seguro e ruas humanizadas!

“Com o aumento de Bicicletas nas ruas a evolução para um trânsito mais seguro é inevitável.”

(Motoristas respeitem o CTB)(Bicicletas e o respeito às Leis)(Bicicleta não é perigoso)

“Se quisermos realmente um trânsito mais seguro é imprescindível uma drástica redução nas velocidades permitidas aos motorizados, em nossas ruas.”

(Até quando?) (Radares nas ruas sã0 fundamentais.) (Apenas 6% seriam acidentes)(Velocidade urbana)(Velocidade não é compatível com a vida)(Estradas-SC401- não são perigosas)(Atentado a Vida)(Cidades para as pessoas)

Percepção dos Ciclistas da Grande Florianópolis.(leia aqui)

Há muito tempo venho dizendo (frases acima) nas pedaladas, em passeios ciclísticos, em entrevistas para a mídia impressa, rádio e TV.
E agora na Revista Bicicleta número 10, de outubro de 2011, na seção ‘time trial’(pág.14), temos este artigo:

Mais Bicicletas, mais acidentes?

    “Que há um aumento no uso da Bicicleta no cenário mundial e nacional, é inegável. Cada vez mais pessoas estão aderindo à Bicicleta como meio de transporte mais eficaz nos atuais padrões de mobilidade, além de todos os outros benefícios já conhecidos.  Sabe-se, também, que um maior número de um objeto qualquer, no caso a Bicicleta, aumenta a chance de uma interação com este objeto. Essa interação pode ser de qualquer natureza, como por exemplo, os acidentes. Quanto mais carros nas ruas, mas acidentes envolvendo carros. Quanto mais motos nas ruas, mais acidentes envolvendo motos,

  Mas, paradoxalmente, as estatísticas mostram o contrário com relação à Bicicleta. Na Alemanha, por exemplo, onde a cultura da mobilidade por Bicicleta já está bem implantada, cresce o número de ciclistas regulares, enquanto os acidentes envolvendo as Bicicletas não para de cair,

   Embora seja considerado um meio de transporte frágil nas ruas das cidades, as Bicicletas tornam o fluxo do trânsito mais humanizado. Um grupo de estudantes alemães analisou as estatísticas   de acidentes envolvendo ciclistas em 43 cidades germânicas e descobriu que entre 2005 e 2010, período em que o ciclismo cresceu muito no país, houve uma redução de 2,54% nos acidentes.

   Como explicar? A conclusão é que quanto mais Bicicletas nas ruas, consolidando-a como meio de transporte, menor será a velocidade dos carros, e portanto, andando mais devagar, os motoristas conseguem reagir melhor em situações emergenciais no trânsito evitando aidentes.

   Este é mais um benefício da Bicicleta para as pessoas e para as cidades. Enquanto alguns críticos continuam afirmando que é preciso preparar a cidade para receber as Bicicletas, a experiência europeia, não só da Alemanha, mas de todos os paíse que têm a cultura da mobilidade por Bicicleta, mostra que é preciso encher a cidade de Bicicletas, colocá-las nas ruas. Não é possível esperar a cidade perfeita para pedalar porque ela nunca vai existir: a única forma de começar a promover a Bicicleta e usndo-a. A entrada de um grande numero de Bicicletas nas ruas com ceteza vai forçar os investimentos em infraestrutura e as mudanças de hábitos e de valores dos outros usuários das vias públicas, principalmente os motoristas. “

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Aumento de Bicicletas

Motoristas POR FAVOR

A maioria se não quase todos os ditos acidentes de trânsito, não são acidentes, são sinistros de trânsito. Por exemplo, se o indivíduo assume o risco de andar acima da velocidade permitida e perde o controle do veículo, não foi acidente!
Sociedade ignorante?
Trânsito assustador?

“Cobra Coral” em casa.

Hoje (09/10) enquanto arrumava o pátio e limpava minha Bicicleta na garagem, no momento que fui buscar uma ferramenta, dei um passo e rapidamente um serpente Coral passa rápido, levei um susto não pela Coral e sim pelo movimento da mesma. Peguei uma vareta e a empurrei com cuidado para não ferir a Coral, para dentro de uma caixa plástica (Clique para ver a fotos). Perto aqui de casa, a algumas centenas de metros está o Parque Municipal do Maciço da Costeira (Lei Mun. 4605/95 Dec. 154/95) “A criação do Parque, em 1995, teve como objetivo preservar os 1456 hectares do relevo montanhoso que forma o Maciço da Costeira que abriga rica flora, fauna e importantes mananciais de abastecimentos. O Parque está inserido na região central da Ilha de Santa Catarina” e aqui nesta área estarei soltando este magnífico animal neste remanescente de Mata Atlântica na Ilha de SC.

Família Elapidae - Micrurus corallinus – (Cobra Coral de cabeça preta)

Um dos pontos de reconhecimento das Corais verdadeiras ou venenosas são os dentes inoculadores de veneno, posicionados anteriormente no maxilar, são fixos e com sulco condutor de veneno, dentição Proteróglifa. Devido ao pequeno tamanho da cabeça, boca e dos dentes os acidentes são raros, mas com consequências gravíssimas e se não for aplicado o soro “Antielapídico”, quase que instantaneamente fatais.

Esta espécie  possui habitos diurnos e, é bem ativa durante o dia, sendo frequente de ser avistada, fato que ocorreu hoje comigo enquanto arrumava minha Bicicleta. Com tamanho variando entre meio metro a um metro e com massa de  100 a 250g. A cauda é bem curta, menor que 15% do comprimento total. São ovíparas, ou seja põe ovos e vivem no solo entre as folhas, gravetos e meio enterradas nesta camada superficial do solo. Alimentan-se de outras cobras, lagartixas que habitam as folhagens no solo. Quando se sentem ameaçadas, como defesa realizam achatamento de partes do corpo aumentando o tamanho visual e evidenciando as cores, realizam movimentos bruscos e repetidos de postura, escondem a cabeça enrolando-se e ainda levantam a cauda exibindo a mesma com movimentos rápidos.

Tem como característica fugir sempre que podem, acidentes podem ocorrer quando as pressionamos como, por exemplo, ao vestir uma bota e a Coral poderá estar dentro, ao arrumar áreas externas, entulhos, telhas, folhagens e  com as mãos desprotegidas, ao vestir um casaco ou calças e a serpente escondida dentro. Os esconderijos são muitos, necesitamos então ter cuidado e evitar destruir seus habitats, pois grande a grande maioria dos animais só saem das matas em busca de alimento, com a destruição de seus ambientes naturais eles podem vir a aparecer em nossas casas.

Não é a primeira vez que encontro uma serpente em casa, e espero que não seja a última. Pois todos os animais tem o mesmo direito de viver, a conservação da Biodiversidade é fundamental, inclusive para nossa sobrevivência.

Sustentabilidade é isso, a natureza em equílibrio …
Durante a noite fui verificar como estava e preparar sua soltura no remanescente da Mata Atlântica perto aqui de casa, surpresa! Ela fugiu, peguei a lanterna e fiz uma busca, sabendo que seria quase impossível encontrar. Dito e feito, sumiu, minha preocupação é que alguém a encontre e simplesmente a assassine sem razão. Construímos nossas casas sobre a “casa”de todos os outros animais e conforme “avançamos” com as cidades sobre seus habitats, a flora e fauna vão desaparecendo e os sobreviventes acabam entrando em um contato mais frequente e, o ser humano sem conhecimento acaba matando seus “irmãos”(Biodiversidade), os quais são interdependentes do equilíbrio para a sobrevivência!!!

ps.infelizmente não estou conseguindo postar as fotos, este blog não permite mais carregar fotos.
WordPress é muito limitado! 

Prioridades erradas ….

Para entender mobilidade urbana é necessário deixar o carro em casa. A prioridade dada ao transporte individual motorizado reflete nos problemas de congestionamentos na Grande Florianópolis. Congestionamentos não são um problema, são apenas uma relação, causa x efeito. Em vez de investir milhões em quarta ponte, elevados, duplicações que só estimulam o uso e aumento de motorizados nas ruas, que se invista em transportes de massa e sua integração. Não temos falta de espaço, temos falta de opção, e mobilidade urbana é o cidadão ter opção de um transporte eficiente com baixo custo para seu deslocamento, deixando o carro como última e pior opção. Mais de 80% dos motoristas por aqui carregam apenas uma pasta, uma bolsa ou um caderno, sendo possível seu deslocamento em transporte coletivo e Bicicleta.

Para ver o original publicado no DC, clique sobre a imagem do jornal impresso. 

Reflexões sobre consumismo e supérfluos ….

Posted in Frases e Reflexões., Gestão de Riscos de Desastres., Meio Ambiente, Textos Diversos Recebidos by danielbiologo on 26 de setembro de 2011

Na fila do supermercado, o caixa diz para uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.

A senhora pediu desculpas e disse:
– Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
– Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se
preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.
– Você está certo – responde a velha senhora, nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente.

Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo.

Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, em vez de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Mas você está certo, nós não nos preocupávamos com o meio ambiente.

Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade, não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias.
Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão, não havia naquela época preocupação com o meio ambiente.

Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.
Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos descartáveis’ e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época.
Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos(as) iam em suas Bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.

Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?


Reflexos dessa produção de lixo 

Pé de vento ou vento no Pé!!!

Posted in Cicloturismo Urbano, Pedala Floripa e Bicicletas por aí... by danielbiologo on 24 de setembro de 2011

Veículos sustentáveis;

Pé de vento ou vento no pé?
Um voa no vento,
outro anda no pé!

DanielBiólogo

Bicicletas são os veículos mais eficientes nas cidades

Reportagens CarbonoBrasil


20/09/2011
   –   Autor: Jéssica Lipinski   –   Fonte: Instituto CarbonoBrasil

Bicicletas são os veículos mais eficientes nas cidades

Desafio Intermodal compara diversos aspectos dos meios de transporte nas principais cidades brasileiras para conscientizar a sociedade sobre a situação do trânsito e estimular formas de locomoção mais sustentáveis.
Algumas fotos, aqui.

Muitas vezes, ao optarmos por nos deslocar de carro, justificamos nossa preferência pelo automóvel devido ao maior conforto, rapidez e segurança que esse veículo oferece em relação aos outros meios de transporte. Mas será que podemos mesmo dizer que o carro é superior às outras formas de locomoção nesses quesitos? Esse e outros pontos foram questionados pela última edição do Desafio Intermodal, que acontece em setembro e marca a Semana da Mobilidade em várias cidades do país.

O Desafio é uma espécie de prova na qual os participantes optam por um meio de transporte – ou modal – e percorrem um determinado trajeto nesta forma de locomoção. No percurso, são analisadas questões como o tempo de deslocamento, a velocidade média de cada modal, o custo para ir de um ponto ao outro, a emissão de poluentes, a segurança, o conforto e a praticidade de cada meio.

Desta forma, o evento tem como objetivo conscientizar a população para a condição do trânsito em algumas das principais cidades brasileiras, além de estimular meios de transporte mais sustentáveis. O desafio não tem cunho científico, mas serve para mostrar as diferentes situações enfrentadas pelos diferentes modais no trânsito, como ônibus, pedestres, corredores, bicicletas, motocicletas, automóveis e cadeirantes.

Daniel de Araujo Costa, presidente da Associação dos Ciclousuários da Grande Florianópolis (Viaciclo), ressalta que o Desafio Intermodal não é uma competição, mas um comparativo entre os diferentes meios de transporte, e que serve para mostrar que é possível usar outras formas que não o carro para se locomover. “Queremos mostrar que usar a bicicleta, o ônibus ou ser pedestre pode ter vantagens em relação a quem usa carro”.

Em 2011, o desafio está sendo realizado no mês de setembro em diversas cidades do país como Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Belo Horizonte, Florianópolis, Recife, Brasília, Aracaju, Salvador, Maceió, Porto Alegre, Belém, Natal, Balneário Camboriú, São José dos Campos, Maringá e Uberlândia. Em São Paulo e Belo Horizonte, o Desafio Intermodal está marcado para esta terça-feira (20).

No Rio de Janeiro (RJ), onde o evento já está em sua sexta edição, a desafio ocorreu no dia 1º de setembro, e o modal estreante carona programada chegou em primeiro lugar, seguido pela integração metrô + bicicleta e pela moto. Na hora da avaliação dos outros dados como poluição e custo, porém, a bicicleta saltou para o topo da lista, mesmo sem terem sido considerados a ocupação do espaço urbano e a emissão de ruídos.

Em Florianópolis (SC), o evento ocorre desde 2007, e neste ano aconteceu na última quinta-feira (15) às 18h. O modal ‘ganhador’ foi a moto, seguida pela bicicleta, que manteve uma velocidade média maior que a primeira colocada por ter que fazer um trajeto maior. A surpresa ficou por conta do ônibus, que teve tempos de percurso bem elevados, chegando a levar mais tempo que um dos caminhantes.

Em Manaus (AM), onde desafio também ocorreu dia 15, a bicicleta foi o meio de transporte mais rápido para chegar ao destino final, levando entre 11 e 15 minutos para percorrer 4,2 quilômetros, a uma média de 20 km/h, seguida da moto e do carro. O ônibus também teve o pior desempenho na cidade, tanto em velocidade quanto em preço: uma média de 4,7 km/h e R$ 2,25 por passagem.

Em Balneário Camboriú (SC), o evento aconteceu também no dia 15, e apesar da ‘magrela’ ter ficado em terceiro lugar no quesito tempo, atrás da moto e do carro, a análise dos outros aspectos levou a bicicleta ao primeiro lugar como modal mais eficiente, seguida do pedestre e do ônibus. Embora os outros veículos tenham variado muito suas performances de cidade para cidade, a ‘bike’ se manteve entre os mais eficientes em quase todos os desafios.

Segundo Costa, os resultados do Desafio Intermodal indicam que a bicicleta é mais eficiente principalmente do que o carro, e que embora o número de ciclistas esteja aumentando, infelizmente a eficiência desse meio ainda não se reflete plenamente na escolha da população na hora de sair de casa. “É preciso um sacrifício individual para que a coletividade seja beneficiada”, declara.

O presidente da Viaciclo explica que não é necessariamente a falta de espaço para criar vias para as bicicletas que impede o desenvolvimento de uma “cultura ciclística”. Para ele, por exemplo, Florianópolis é uma cidade extremamente “ciclável”, e o que falta é educação no trânsito para que as pessoas respeitem quem utiliza esse meio de transporte. Mas ele admite que a quantidade de ciclovias e ciclofaixas ainda é insuficiente.

Em relação ao transporte coletivo, Costa acredita que os resultados do desempenho dos ônibus refletem o transporte público das cidades. Em Florianópolis, por exemplo, ele comenta que faltam corredores exclusivos para os ônibus, e que deveriam existir linhas únicas em certos trechos da cidade, a fim de diminuir os engarrafamentos.

“A situação de mobilidade urbana é deplorável, com um transporte coletivo caro, com poucos horários, falta de ciclovias e ciclofaixas, passeios inexistentes e total desintegração entre os modais de transporte”, afirma. Para se ter uma ideia, alguns estudos consideram a capital de Santa Catarina a cidade com a pior mobilidade urbana do Brasil.

Por isso, Costa acredita que o jeito é investir no transporte público e na integração dos meios de locomoção, para que as pessoas passem a optar por estas formas em vez de utilizar cada vez mais o carro. “Temos que pensar sobre o que estamos fazendo na cidade”, reflete.

Meu comentário:
O “compartilhamento” das ruas é grande parte na solução dos problemas de Mobilidade Urbana, o respeito as regras de circulação e aos mais frágeis no trânsito, sejam eles pedestres ou ciclistas, refletirá em mais segurança estimulando mais pessoas a utilizar o único veículo atualmente sustentável, a Bicicleta, consequentemente reduzindo o número de carros nas ruas e os congestionamentos. Em Florianópolis mais de 80% dos carros transitam com apenas uma pessoa e quase todos apenas transportando uma pasta, bolsa ou um caderno, assim sendo muitas destas viagens podem ser substituídas pelo transporte coletivo, uma caminhada ou a Bicicleta. Floripa nâo tem falta de espaço, tem sim o absurdo excesso de carros nas ruas e duplicando vias, elevados ou pontes estaremos duplicando o número de carros e para suprir esses espaços, mais aterros, mais desapropriações e menos áreas verdes teremos. A Bicicleta é sim uma boa parte da solução na questão da Mobilidade Urbana, além da economia, da saúde que propicia, não polui e humaniza as ruas. Com o aumento de Bicicletas nas ruas, a evolução para um trânsito mais seguro é inevitável.

E vamos pedalando …..

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