Danielbiologo's Blog

Informações da PMF.

Posted in Cicloativismo by danielbiologo on 4 de agosto de 2011

Rua Osni Ortiga ASSASSINA !

Sim, a Rua Osni Ortiga que margeia uma parte da Lagoa da Conceição é ASSASSINA porque meia dúzia de pessoas com poder de decisão,  não tem “coragem” para enfrentar alguns MALtoristas individualistas e egoístas que acham que esta via é uma pista de corrida.

Fazem alguns minutos fui “jogado” por um carro para fora da pista e no inexistente acostamento quase fui para dentro da Lagoa. Sim, “imbecis” instalaram tachões sobre o único espaço que nós ciclistas tinhamos para transitar por esta via. Após ter “caído” no chão ao lado da pista nenhum carro parou, demonstrando mais uma vez o “pensamento” de uma “grande maioria” de pessoas que andam de carro e  que pedestres e ciclistas estão no lugar errado, pois só eles com seus “motorizados poluidores” tem o direito de andar nas ruas e se acham os donos do mundo.
 Por que fui ao chão?
Por sorte vinha bem devagar e quando este idiota do carro passou raspando meu guidão, puxei a Bici para o lado direito, como estava com minha Bicicleta urbana aro 20 ao passar sobre o tachão, me desequilibrei e, para não cair para o lado do asfalto, onde carros passam sempre muita acima do absurdo limite permitido de velocidade de 60 km/h,  me joguei para o lado da Lagoa. Ao me levantar, antes de ficar em pé registrei minha visão. Claramente observamos os tachões e a total falta de espaço para um mínimo de segurança de pedestres e ciclistas. Há anos a Comunidade local vem reivindicando infraestrutura viária(movimentociclovianalagoaja), leia-se passeios, ciclovia e REDUTORES de VELOCIDADE  e nada acontece por aqui !!!


Nestas duas fotos podemos observar a faixa branca com tachões, ocupando o único e inseguro lugar por onde poderíamos passar com nossas Bicicletas. De um lado automotores quase sempre em excesso de velocidade (o limite autorizado de 60km/h,  já é incompatível com a vida) e do outro um guardrail. Este é o respeito que a administração de Floripa tem com seus moradores.

 

Duas fotos da ASSASSINA Rua Osni Ortiga na Lagoa da Conceição/Ilha de Santa Catarina/Florianópolis/SC.
Levantando e iniciando o pedal de retorno e uma imagem da via, onde apenas o caminho dos carros é existente, pessoas, ciclistas e outros não são bem vindos nesta cidade.

Esta é a terceira vez que sou “atingido” por um carro nesta via. Eu estava transitando com meu veículo dentro da LEI. Art. 58. Nas vias urbanas e nas rurais de pista dupla, a circulação de bicicletas deverá ocorrer, quando não houver ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, ou quando não for possível a utilização destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação regulamentado para a via, com preferência sobre os veículos automotores. De qualquer forma não consigo “entender”que seja necessário uma LEI, sendo que apenas o BOM SENSO e um pingo de inteligência para estes motoristas, seriam suficientes.
São infrações:
Art. 201. Deixar de guardar a distância lateral de um metro e cinqüenta centímetros ao passar ou ultrapassar bicicleta.
Art. 220. Deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma compatível com a segurança do trânsito, ao ultrapassar ciclista.


Bicicleta não é perigoso !!!

“Dizem que andar de  Bicicleta em Floripa é  perigoso.
Mas perigoso mesmo, é a forma como se “permite” dirigir motorizados na região da Grande Florianópolis.” 

Sempre que “reclamo” (com muita razão) da forma como os motorizados transitam por nossas ruas e estradas, dizem que sou exagerado! Estas pessoas que não acham que as ruas são assim, provavelmente só andam de carro, pois aqueles que caminham e pedalam concordam comigo e até dizem que sou “bonzinho” ao relatar as barbaridades que uma grande parcela de motoristas fazem, os quais denominei “MALtoristas” (de dirigir mal mesmo) por desrespeitar as regras de trânsito e o Bom Senso quando ao comando(?) de um automotor. Talvez existam uma minoria que são “MAUtoristas” de malvados mesmo.
Em Santa Catarina 94% dos ditos acidentes (sinistros de trânsito), são decorrentes da imprudência e irresponsabilidade por parte de significativa parcela de MALtoristas e outros integrantes do trânsito, aliados a IMPUNIDADE,  que acarretam em vítimas e mortes, possíveis de serem evitadas !!!

Existe atualmente uma enorme “demanda reprimida” de pessoas que gostariam de sair para a rua, seja para caminhar ou andar de Bicicleta.
Infelizmente a Bicicleta não é a solução, mas é grande parte, para os gigantescos problemas de Mobilidade Urbana que quase todas as cidades  estão sofrendo devido a priorização do Transporte Individual Motorizado ou simplesmente carros. Se ao menos houvesse respeito as regras de trânsito e uma boa redução da velocidade permitida aos automotores dentro dos perímetros urbanos, certamente 20 a 40% das pessoas utilizariam as Bicicletas, praticamente o mesmo percentual de carros a menos nas ruas. Em Copenhagen por exemplo, 55% das pessoas utilizam a Bicicleta para seus deslocamentos diários.

Sim eu “sofro” ameaças e risco de morte todos os dias, simplesmente porque prefiro me deslocar pela cidade a pé, de Bicicleta.  Utilizo também  o ineficiente e caro transporte coletivo de Floripa e como última e pior opção para a cidade e seus moradores de sair com meu carro, que acabo por usar mais do que gostaria, pelos problemas provenientes dessa falta de respeito e de políticas para a implantação de estruturas cicloviárias e “fortalecimento” e eficiência dos transportes de massa – custo x horário x limpeza…
A falta de “interesse” é (?) provavelmente por pressão da indústria automobilistica. Em vez de investir milhões, bilhões em viadutos, elevados, túneis e duplicação de vias, se esse mesmo dinheiro fosse investido em estruturas cicloviárias e no transporte coletivo em alguns anos estaríamos criando Cidades para as Pessoas e solucionando a questão da Mobilidade Urbana. Cidades foram feitas para as pessoas viverem e atualmente, em média, temos 60% do espaço urbano ocupado em função dos carros, temos que restringir o acesso dos mesmos devolvendo o espaço público para as pessoas.
E ainda tenho que escutar, por andar de Bicicleta em Floripa: – Você vai morrer! -Rua não é lugar de pedalar, por isso cedo ou tarde você vai ser atropelado! -Andar com os carros é pedir para morrer! -Se cruzar minha frente, o que posso fazer?
E assim frases semelhantes são recorrentes e pior algumas vezes com tom de fala, como se estivessem cobertos  e cheios de razão.
Quer andar de carro, ande. Mas respeite as regras de trânsito e principalmente os elementos mais vulneráveis que integram o trânsito.

RESPEITE PEDESTRES E CICLISTAS. POR FAVOR.

Cidades para as Pessoas.

A cidade boa para os mais frágeis é a melhor para todos“. Pedro Lessa


Meia Maratona de Floripa em Bicicleta !!!

Posted in Cicloturismo Urbano, Pedala Floripa e Bicicletas por aí..., Pedaladas... by danielbiologo on 19 de junho de 2011

Domingo cedo, seis da manhã, começo a pedalada para “participar” da MeiaMaratona de Floripa, sim “participar da festa, pois meu joelho não está permitindo correr. Começo a pedalada pela SC-406 via extremamente perigosa pois não tem acostamento transitável e como é praxe entre uma parcela considerável de motoristas de Floripa, que transitam pelas ruas ainda escuras em absurdo excesso de velocidade certos da IMPUNIDADE.
Pelo espelho da Bici, a única vantagem da “escuridão” é uma “fácil” percepção dos motorizados se aproximando … e que normalmente dá tempo de ter alguma ação ou reação e, que zunindo passam rápido, muito rápido a menos, muito menos de 1,5m do ciclista, mesmo tendo espaço para ultrapassar mais afastado (Art.201 do CTB: 1,5m de distância). Muda-se de via para a SC-405 e os mesmos problemas do mal uso dos carros continuam, o que mais deixa a todos indignados e que este trecho está para ser duplicado e não está prevista ciclovia e passeio (a Viaciclo ganhou uma ação para que sejam implantadas). Ainda temos o pensamento “carrocrático” onde somente os caminhos das carros são previstos, lembrando que ao duplicar vias, construir elevados, pontes e tuneis ou seja duplicando espaços automaticamente duplicamos o número de carros mantendo e piorando, duplicando os congestionamentos.

Ao chegar na Rod. Aderbal Ramos da Silva, entro na ciclovia da Beira Mar Sul, sem antes passar por riscos para conseguir acessar a mesma, pois o Trevo da Seta não contempla acessibilidade adequada a quem não estiver de automotor. Após passar pela calçada do trevo, chego na passarela que teve, depois de anos sendo solicitada, a rampa de acesso adequada ao uso. Chego na ciclovia e a sensação de pedalar em segurança é simplesmente “fantástica”, é muito bom mesmo, consigo pedalar sentindo prazer e o ambiente.

Entre cumprimentos aos poucos acordados, um fato curioso:
Um ciclista em sentido contrário se aproximava e a poucos dele metros falei;
-Bom Dia!
O ciclista em uma freada travando a roda no contrapedal da sua “barraforte” exclama:
-Eu te conheço? Em um tom não muito amigável.
-Parei “apreensivo”, me virei e disse: Não, não nos conhecemos, Daniel, prazer!
Ele só olhou e me disse:
-Porque me cumprimentas?
Respondo: -São seis da manhã de domingo, pedalando por aqui ou é um trabalhador ou é outro “perdido” como eu, e assim sendo só pode ser “gente boa”!
Ele teve que rir. Nesse instante já estávamos perto um do outro, esticamos os braços e depois de um aperto de mãos continuamos nosso caminhos !

Como tudo que é bom acaba logo, termina a Ciclovia e entro na rua para “compartilhar” a mesma com os motorizados. Passando por aqui, apenas dois ônibus que insistem em passar acelerando e tirando fina “incomodaram”. Antes de chegar a passarela da Ponte acabo tendo que pedalar pelo passeio para acessar a mesma com uma certa segurança. Pouco antes de chegar na Ponte Pedro Ivo reparo que o guard-rail atingido por um carro que se “perdeu” na curva, continua danificado (desde abril com certeza) com uma parte invadindo a estreita ciclovia. Na passarela da Ponte muita sujeira/lixo jogadas no chão e o vento levantando sacos plásticos e “jogando” os mesmos no mar, cacos de vidro também são vários no chão, cheguei a pensar que havia furado o pneu ao escutar um vidro se quebrando debaixo da minha roda. Chego ao continente e em poucos metros a mais estou passando por debaixo da Ponte Hercílio Luz. Em seguida chego na Beira Mar Continental “ainda” em Paz, sem carros. Aproximadamente sete horas da manhã e muitas pessoas por aqui, afinal segundo dados divulgados mais de seis mil corredores, mais amigos e parentes estão aqui para participar da MeiaMaratona de Floripa, com tem três “provas”; uma de 5 Km, uma de 10 Km e a Meia com 21 Km. Entre reencontros de vários amigos e amigas o horário de largada se aproximava, fiquei alguns metros na frente da largada e consegui fazer uma filmagem com a maquina de fotos, pelo menos dá para ter uma idéia de como foi (para ver, clique aqui).


Logo em seguida estava atrás dos corredores, quando encontro o Predactor e assim de Bicicleta curtindo uma pedalada e devagar prossseguimos acompanhando os corredores pelas ruas normalmente “entupidas” de carros e, agora fervilhando em pernas, risadas, conversas e suor. Atravessamos a Ponte Pedro Ivo com duas faixas exclusivas para os corredores, com certeza uma experiência única, pois é proibido e quase impossível cruzar as pontes em dias normais quando somente motorizados podem passar por cima dela. Chegando na Ilha e continuamos pela Av. Beira Mar Norte fechada para carros o que certamente conferiu uma boa segurança para que os corredores pudessem realmente se preocupar apenas em correr e curtir o evento (ver fotos aqui e aqui). No retorno cruzamos por cima da Ponte Colombo Sales, fazendo com que pela primeira vez milhares de pessoas cruzassem as pontes correndo e algumas de Bicicleta acompanhando os atletas, nesta ponte a travessia é feita com a visão da Ponte Hercílio Luz ao lado direito. Na chegada cumprimentei vários atletas e amigos e me despedi deles.

Hora do retorno e agora de volta a realidade, as mesmas ruas que há pouco pedalava com tranquilidade e que poderia ainda ser assim, não fosse a impaciência de muitos MALtoristas, que arrogantemente se utilizam de seus “tanques de guerra” para chegar aos seus destinos sem respeitar os demais integrantes que formam o trânsito, principalmente os mais frágeis Pedestres e Ciclistas e o que me remetem a frase do Willian Cruz: Eles querem andar rápido, Eu quero chegar !

Chega a ser engraçado quando eles buzinam passam por mim, alguns olham assim como que dizendo:
-Viu eu tô de carro, então sai da frente e aceleram…
Logo em seguida eu passo por alguns deles e agora me olham:
-Como pode? Eu tô de carro, como que ele chega na minha frente de Bicicleta?

Pedalo pela Ciclovia da Av. Beira Mar Norte, pelo centro de Floripa, passo pela Ciclovia da Av. Hercílio Luz, perto do Shopping Beira Mar penso que poderia dar uma volta nele mas, o mesmo não tem Bicicletário e mais uma vez deixo de frequentar o shopping, e assim acontece com diversos outros lugares. Tá na hora dessa turma “acordar”, ciclistas e cicloturistas são os “prejudicados”e quem sai perdendo são os comerciantes.
Paro do trapiche da BeiraMar onde encontro com amigos, conversas, pinhão e cerveja e assim recupero as calorias que perdi pedalando.

Início da tarde continuo a minha pedalada e decido ir pelo Corrégo Grande. Na Ciclovia perto da esquina uma rachadura me faz perder o equilíbrio e naquela cena “ziguezagueando” sem controle quase vou ao chão, restabelecido o comando só me resta fotografar este “ressalto asfáltico” (pela falta de manutenção/conservação) e prosseguir meu caminho. Na subida do morro da Lagoa depois de 85 Km pedalados “descubro” que minha Bicicletinha com três marchas não tem “motor” para subir, tudo bem empurrar uns seiscentos metros não é problema. Chego no topo e entre conversas com alguns turistas que sempre vem conversar comigo quando chego ao mirante:
-Nossa, você sobe o morro?
-Você veio de Bicicleta? (eles perguntam depois de me verem chegar pedalando até eles?)
E assim muitas outras pérolas”. rsrsrs
Tiro uma foto, como qualquer outro que visita o mirante e agora vou para o trecho mais rápido do pedal, a descida do morro. Aqui vou descendo pelo meio da faixa de rolamento para poder ter segurança de não ser empurrado para o lado por motoristas imprudentes, antes de chegar ao final já havia decidido enfrentar a Rua Osni Ortiga, uma das mais perigosas vias de Floripa devido ao extremo mal e mau uso por uma grande parcela de motoristas e seus motorizados, razão da “luta” da comunidade através do ‘MovimentoCiclovianaLagoaJá , que reivindica infraestrutura para o Transporte Ativo (Pedestres e Ciclistas) neste trecho, muito utilizado, e com uma “demanda reprimida” de novos usuários (pedestres e ciclistas) que pelo medo e risco de morte (real) deixam de utilizar este caminho em seus deslocamentos. A Bicicleta e o caminhar (Transporte Ativo) podem não ser a solução da Mobilidade Urbana mas, certamente são boa parte dela.

Para terminar minha pedalada de domingo, um caldo de cana no caldodecana.com …
Como diria meu cicloamigo Audálio…..Pedalei !!!

95km = pedalada de domingo, para participar da “festa” de rua que a MeiaMaratona de Floripa fez acontecer. Provando que com um pouquinho, só um pouquinho de boa vontade da Sociedade é possível fechar a Av. BeiraMarNorte (e outras) e devolver pelo menos aos domingos, o espaço público onde todos possam caminhar, pedalar, patinar, etc, com segurança!!

CIDADES FORAM FEITAS PARA AS PESSOAS !!

Transcrevo algumas palavras de amigos:

Evandro -Estavamos junto nessa parceiro (pedalamos juntos par alguns Km)
Paulo -Mandou bem Daniel. Tempão que não te via na Tribo.
Sérgio -Continua assim. as bikes um dia vão ter o seu espaço na bela Floripa Elma: Conheço essa medalha!! rsrsrsrs

E do site da Tribo:

“Destaque para o suporte dos alunos-bikes que estiveram presentes durante toda a prova dando total apoio aos nossos atletas e isso valeu cada segundo economizado, abraço especial”! 
OBRIGADO, apenas quis acompanhar a galera correndo e claro se fosse necessário ajudaria, mas a galera é fera e se saiu muito bem !! PARABÉNS fiquei com saudades de correr hehehehe

Ps. este é apenas um relato, e relato reflete os fatos do dia, reparem como sofre um pedestre, um ciclista e também os motoristas, simplesmente porque uma parcela de MALtoristas imprudentes e irresponsáveis acham que podem fazer tudo e descumprir toda regra. O particular não pode prevalecer sobre a coletividade.

CICLOTURISMO

Osni Ortiga … Extremo mal ou mau uso?

Posted in Cicloturismo Urbano, Falta de Educação, Respeito e Bom Senso. by danielbiologo on 17 de janeiro de 2011

“Sempre” o excesso de velocidade !!!

Domingo dia 16, um pequeno grupo de amigos saem para pedalar e curtir as praias e os visuais na Ilha de Santa Catarina. “Vão de Bike”, sem gerar poluição, congestionamentos, trazendo saúde para a cidade e colaborando com o fluxo do trânsito, lembrando que ao seguirmos “a regra” em Floripa, onde um carro transporta uma pessoa, aqui seriam sete carros a menos nas ruas!

São dois grandes problemas por aqui, o excesso de carros e o profundo desrespeito com o Código de Trânsito Brasileiro e com a VIDA dos Ciclistas e Pedestres pelo extremo mal (ou mau mesmo?) uso dos motorizados.

Nas fotos a seguir,  algumas ultrapassagens em uma das mais perigosas vias de Floripa, a Rua Osni Ortiga, por consequencia desta grande parcela de MALtoristas que insistem em descumprir toda e qualquer regra. Falta muita educação e multas de valor que se façam sentir no bolso!

Na foto do canto esquerdo superior, podemos ver a falta de acostamento, ciclovia ou ciclofaixa e o uso por Pedestres, Ciclistas, Caminhantes e motorizados. Nas três fotos do canto direito inferior carros tendo que invadir parte na contramão para ultrapassar e ainda aceleram mais para concretizar a arriscada manobra. Todos os demais não reduziram sua velocidade ao ultrapassar a Ciclista.!!!

Em menos de 2 Km, muitas ultrapassagens e o que mais me admirou é que nenhum reduziu a velocidade, e quase sempre acima do já elevado limite permitido para esta via, alguns até aceleram e tiram fina propositalmente para demonstrar sua força (seu carro é um tanque de guerra). Temos regras simples de serem seguidas e aqui quero citar duas o Art. 201. Deixar de guardar a distância lateral de um metro e cinqüenta centímetros ao passar ou ultrapassar bicicleta: Infração – média; Penalidade – multa. e o Art. 220. Deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma compatível com a segurança do trânsito: (…) XIII – ao ultrapassar ciclista: Infração – grave; Penalidade – multa. Entendemos que, em muitas vias fica impraticável ultrapassar a 1,5m da Bicicleta, e os tachões instalados nesta via vem piorar e muito nesta situação, pois faz com que o motorista “prense” o Ciclista, deixando o mesmo sem espaço mínimo para ter segurança. Mas temos o Art. 220, que é estupidamente ignorado. Se ao ultrapassar o Ciclista, o motorista do automotor reduzir sua velocidade de forma compatível (entenda-se devagar!) a segurança e a preservação da Vida são “efetivadas”!

Simples, fácil e todos saem ganhando!


Esta foto ilustra bem o desrespeito por esta grande parcela de MALtoristas que se acham donos das ruas (A Rua É de Todos!!!).

A Ciclista vai à frente e atrás outras seis Bicicletas, todos respeitando o Art. 58 e mesmo os motoristas de automotores visualizando os ciclistas, desrespeitam o CTB (Art.201 e Art. 220) e ainda acham que estão certos, ao passar rápido e muito perto dos ciclistas?

(Art. 58. Nas vias urbanas e nas rurais de pista dupla, a circulação de bicicletas deverá ocorrer, quando não houver ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, ou quando não for possível a utilização destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação regulamentado para a via, com preferência sobre os veículos automotores.)

Reflexos de uma impunidade “doentia” que se instalou em nossa Sociedade.

Motorista Respeite o Código de Trânsito Brasileiro, já não basta a poluição que causa o motor a combustão, teus atos e atitudes no trânsito  conseguem piorar ainda mais situação.

A Qualidade de Vida é diretamente proporcional ao Respeito às Leis pela Sociedade. RESPEITO É QUALIDADE DE VIDA.