Danielbiologo's Blog

Bicicletas e integração com o Transporte Coletivo, no Bom Dia SC – 18/08/2011

Infelizmente a Bicicleta não á a solução na questão da Mobilidade Urbana, mas com certeza é grande parte dela. É fundamental também, para inserir a Bicicleta nas cidades sua integração com o transporte coletivo. Outro ponto fundamental é a redução das velocidades permitidas aos motorizados de transitarem pelas ruas da cidade, é impraticável querer segurança com as atuais velocidades.” Daniel de A. Costa 

Reportagem do telejornal Bom Dia SC da RBS TV exibida em 18/08/2011 sobre a inclusão da bicicleta na mobilidade urbana em Florianópolis. Entrevista com Giselle Xavier (Udesc), Werner Kraus Jr (Ufsc) e Daniel Costa (ViaCiclo). Visite http://www.viaciclo.org.br

Cicloviagem até Ushuaia …

Posted in Pedaladas... by danielbiologo on 16 de agosto de 2011

Hoje (15/08/11) fui assistir a “palestra” do casal de Cicloamigos Luísa e Gil, no Café dos Esportes. Uma apresentação na forma de um bate papo, relatando um pouco desta cicloaventura. Mais detalhes e outros, podem ser vistos em seu blog: www.cicloterras.wordpress.com

Para andar melhor.

Posted in Cicloativismo, Falta de Educação, Respeito e Bom Senso., Textos Diversos Recebidos by danielbiologo on 19 de julho de 2011

Integração dos modais de transporte urbano e transporte de massa eficiente, custo, horários e linhas exclusivas, são uma parte da solução na questão da Mobilidade Urbana.
BICICLETÁRIOS SEGUROS, nos terminais e nos comércios são fundamentais, para que uma boa parcela de pessoas deixem seus carros que geram os congestionamentos em casa, esta é outra parte da solução.
Assim um pedaço aqui, uma parte ali e “integrando” estas “peças” estaremos promovendo a tal da MOBILIDADE URBANA.

Chega de priorizar o transporte individual motorizado.

19 de julho de 2011 | N° 9235

PARA ANDAR MELHOR

Muitos projetos, muito a fazer

Se quiser implantar o sistema BRT, como prometeu, prefeitura de Florianópolis terá que realizar profundas mudanças 

Você trocaria o conforto do seu carro por um ônibus que não fique parado nos engarrafamentos, chegue na hora certa, tenha prioridade nos semáforos e seja integrado com carros, bicicletas e táxis? Se a resposta for sim, há bons motivos para ficar atento às discussões do sistema BRT (Bus Rapid Transit).

Curitiba foi pioneira ao implantar o sistema, em 1979. Depois, o modelo se espalhou pelo mundo. Com a Copa do Mundo 2014, o BRT voltou à tona. Nove das 12 cidades-sede têm projetos para implementá-lo. O modelo coloca o ônibus como prioridade no trânsito. Uma das ideias são os corredores exclusivos, que garantem o escoamento rápido pois não há congestionamentos.

Na Grande Florianópolis, há dois projetos sendo discutidos atualmente. Um deles é tocado pela Secretaria de Desenvolvimento Regional da Grande Florianópolis (SDR), que assinou, em maio, um contrato de R$ 6,44 milhões para fazer o estudo de viabilidade econômica e ambiental de um transporte de superfície. Há opção de ser usado o BRT (ônibus) ou o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), um tipo de trem ou metrô.

O outro projeto é da prefeitura da Capital, que quer o BRT. A promessa é que a licitação de estudo de viabilidade esteja na rua em setembro para projetar a linha Centro-Universidade Federal de SC (UFSC).

O Diário Catarinense conversou com o professor do Departamento de Automação da UFSC e especialista em Sistemas Inteligentes de Transportes, Werner Kraus Junior, e se debruçou sobre o Manual de BRT: Guia de Planejamento, lançado pelo Ministério das Cidades, para desvendar a tecnologia. Confira nesta página as principais características do sistema e a comparação com a atual situação do transporte público da Capital.
Original aqui, no DC on-line.

85 anos de história, 20 anos de interdição

Posted in Cicloativismo, Cicloturismo Urbano, Ponte Hercílio Luz by danielbiologo on 13 de maio de 2011

No dia do seminário o Presidente da Associação dos Ciclousuários de Florianópolis, comentou e perguntou à mesa:

“Na questão da Mobilidade Urbana é inviável “trazer” mais carros para as nossas ruas que já estão saturadas de automotores. Para melhorar a mobilidade de Floripa a ponte Hercílio Luz após restauração deve ser utilizada por pedestres e ciclistas e um possível VLT, VLP ou até um BRT”.

Foi respondido pelo Presidente do DEINFRA Paulo Meller;

“…. é nesse sentido que está sendo trabalhado”.

13 de maio de 2011 | N° 9168

PONTE HERCÍLIO LUZ

85 anos de história, 20 anos de interdição

No dia em que a Ponte Hercílio Luz completa 85 anos e quase 20 sem poder ser usada nem mesmo por pedestre, o governo avança alguns peões neste jogo de xadrez que é a complexa obra de restauração da estrutura, orçada em R$ 170 milhões. A peça de maior impacto é a postura em tom mais incisivo do governo Raimundo Colombo, que promete terminar a reforma neste mandato. A data em discussão atualmente entre o Consórcio Monumento, responsável pela obra, Secretaria de Infraestrutura é julho de 2014, um atraso de dois anos no prazo de conclusão do atual contrato.

Soma-se ao complicado jogo, ainda, o projeto para uma difícil captação de recursos por meio da Lei Rouanet, que deve ser entregue hoje, às 15h, ao governador Raimundo Colombo. A partir da assinatura do governador, o documento segue para ser aprovado pelo Ministério da Cultura. Se aprovado , o Estado pode sair atrás do investimento junto a empresas. Uma jogada difícil diante do alto valor que deverá ser apresentado ao MinC.

Também hoje, o governador anunciará um projeto de lei que será encaminhado à Assembleia Legislativa, criando um fundo específico à Ponte Hercílio Luz para receber o dinheiro captado à ponte. Com isso, os investimentos não se embolam a outros do orçamento estadual. Ficam reservados neste novo fundo, que precisará ser aprovado pelos deputados.

VÃO CENTRAL SUSPENSO EM 2012

No seminário realizado onte, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), um dos destaques da discussão foi a criação da comissão de acompanhamento da obra com representantes do Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Tribunal de Contas do Estado e Assembleia Legislativa. A ponte deverá ter, ainda, um museu e um site só para ela, com câmeras transmitindo simultaneamente o trabalho de restauração e com atualizações sobre receita e despesa da obra.

As iniciativas foram anunciadas pelo secretário Valdir Cobalchini durante o seminário sobre a restauração, que aconteceu na UFSC, ontem, e foi organizado pela Associação Amigos da Cidade. Um dos momentos mais aguardados do encontro foi a palestra do engenheiro Khaled Mahmoud, consultor internacional do projeto de restauração. Khaled mostrou imagens sobre a base de sustentação das torres principais:

– Apesar de boa parte das fissuras não estar visível porque a ponte está pintada, a corrosão existe por toda a superfície das bases de apoio. Infelizmente, colapso de pontes não é coisa do passado – afirmou, enquanto mostrava imagens de 2007 da queda de uma ponte sobre o Rio Mississipi, nos Estados Unidos.

Por conta do alto grau de deterioração das bases, a Hercílio Luz não pode ser restaurada a partir da sustentação por cabos de aço presos na parte superior das torres, que essas ficariam sobrecarregados. Este era o projeto inicial, mas foi alterado em 2008 para a construção de estrutura de sustentação provisória. O engenheiro reafirmou que a ponte só estará segura quando for apoiada na estrutura provisória, o que deve acontecer em junho do ano que vem, de acordo com o novo cronograma da obra.

Dois professores do departamento de engenharia da UFSC, Ivo Padaratz e Moacir Carqueja, defenderam a desmontagem da estrutura e o direcionamento dos recursos a outros setores como a manutenção da Colombo Salles e Pedro Ivo. Mas a proposta não teve repercussão.

PAPEL DA PONTE NA MOBILIDADE URBANA

Outro debate aprofundado no encontro foi sobre a funcionalidade da Hercílio Luz. Paulo Meller, presidente do Deinfra, afirmou que a ponte integra as soluções estudadas para a mobilidade da Grande Florianópolis, que compreende quatro cidades e 800 mil habitantes. O assunto girou em torno do uso para transporte de massa, pedestres e ciclistas.

O Estado assinou, esta semana, com a Prosul, o contrato para execução do estudo de viabilidade do transporte de massa que integraria Biguaçu, São José, Palhoça e Florianópolis. Para tanto, será preciso saber como seria a quarta ligação entre Ilha e Continente e o papel que a Hercílio Luz teria nesse processo.

FUNDO ESPECÍFICO E A LEI ROUANET

Dos R$ 170 milhões necessários para recuperação da ponte, R$ 18 milhões devem ser gastos esse ano com recursos do Estado. Segundo o presidente do Deinfra, Paulo Meller, o montante do ano está assegurado. E mesmo buscando recursos em outras frentes, o governo pretende captar boa parte do restante (R$ 152 milhões) com empresários via Lei Rouanet, o que, se concretizado, garantirá dinheiro novo nas obras até o início do ano que vem.

Não há precedentes no Brasil de se conseguir um valor tão elevado pela Lei de Incentivo à Cultura na recuperação de um patrimônio histórico. Para se ter uma ideia, entre os maiores valores aprovados estão R$ 50 milhões para a restauração do Theatro Municipal do Rio, e R$ 25 milhões para a Catedral de Brasília.

Outra fonte para se conseguir recursos é o governo federal, além de mais contrapartida do próprio governo do Estado. Como essa conta será fechada ainda não se sabe:

– Que empresário não vai querer ter sua empresa associada à restauração da ponte, que é o símbolo mais lembrado pelos catarinenses? Vamos tentar captar tudo o que der – disse Valdir Cobalchini, secretário de Infraestrutura.

Em paralelo, o governo deve buscar, recursos do Ministério dos Transportes, das Cidades, Fundo Nacional da Cultura, além de bancos como BID e BNDES. Todo recurso para a ponte ficará armazenado num fundo específico. O projeto de lei da criação do fundo será apresentado, hoje, ao governador. O fundo não tem relação apenas com a lei Rouanet. Qualquer pessoa que quiser fazer doações poderá depositar nesse fundo.

BARRAS DE OLHAL OU CABOS DE AÇO?

Na semana seguinte à Páscoa, Paulo Meller, presidente do Deinfra, recebeu um relatório com a proposta de troca das barras de olhal por cabos de aço, feita por técnicos das empresas que integram o Consórcio Monumento. Hoje, a ponte é suspensa por quatro sequências de barras de olhal. São 360 barras no total.

Entre os argumentos, a maior segurança dos cabos em relação às barras de olhal. Uma barra quebrada significa perda de 25% da força de sustentação da ponte. Uma fissura num cabo, composto por milhões de fios de aço, representa menos de 1%. Os cabos têm vida útil de 100 anos, contra 25 das barras de olhal. São mais baratos e de mais fácil manutenção.

A substituição está sendo amadurecida pelo Deinfra, mas já se anuncia como uma futura polêmica. A ponte é tombada como patrimônio nacional. O Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional determina que ela seja restaurada da mesma maneira como foi concebida:

– A troca das barras por cabos faria a ponte voltar ao conselho consultivo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional para se discutir se ela permaneceria tombada – afirmou Mario Alves, técnico do Iphan.

Retirado do DC, original on-line aqui

ViaCiclo

A ViaCiclo tem como principal objetivo melhorar as condições de mobilidade dos usuários de Bicicleta da Grande Florianópolis. Com ações envolvendo a comunidade e o poder público, promove o uso da Bicicleta como meio de locomoção, de lazer e esporte nas áreas urbanas e rurais. Aém disso apóia os transportes ativos. o transporte coletivo e a integração entre eles.

(Texto parcial do folder de cinco anos da ViaCiclo, fundada em 2001.)

Por isso e muito mais é que faço parte da ViaCiclo, melhorando o ambiente urbano em que vivemos.

Biólogo Daniel Costa