Danielbiologo's Blog

Informações da PMF.

Posted in Cicloativismo by danielbiologo on 4 de agosto de 2011

Anúncios

Motoristas, Respeitem o CTB !

Publicado do DC de 27/jul/11, clique sobre o recorte do jornal para ir ao original on-line.
Ontem (ver aqui) fui jogado para fora da rua por um MALtorista individualista, egoísta, imprudente, irresponsável e possível criminoso. Se eu não tivesse um pouco de experiência sobre minha Bicicleta, um grave sinistro de trânsito com feridos e até morte poderia ter acontecido. Por causa disto e de tantos MALtoristas, é que temos uma grande demanda reprimida de pessoas que gostariam de caminhar e utilizar a Bicicleta como transporte nas ruas das cidades e não o fazem, pelo MEDO REAL de serem “atropeladas” pelo extremo mal e mau uso dos automotores.

Cheguei em casa “BASTANTE CHATEADO” e preocupado pelo comportamento de uma grande parcela de pessoas que só pensam em seu “próprio umbigo”, acham que a rua é propriedade particular e podem fazer o que quiserem.
Certamente estes comportamentos são reflexos da IMPUNIDADE instaurada em nossa Sociedade e que transformam nosso trânsito em um dos maiores desastres sócioambientais, responsáveis por milhares de vítimas e gastos absurdos de dinheiro, simplesmente pelo enorme desrespeito ao Código de Trânsito Brasileiro.


Lembrando que podemos ser donos de um carro,

mas não somos donos das ruas.

São Infrações;
Art. 201. Deixar de guardar a distância lateral de um metro e cinqüenta centímetros ao passar ou ultrapassar bicicleta.
Art. 220. Deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma compatível com a segurança do trânsito, ao ultrapassar ciclista.

Ao chegar em casa fiz o relato, escrevi para a Prefeitura Municipal de Florianópolis e para a mídia impressa. Está cada vez mais difícil o trânsito em nossas ruas. O excesso de carros, as absurdas velocidades “autorizadas” aos automotores de transitarem na área urbana e este profundo desrespeito as regras de circulação, como exemplos cito os Art. 201 e 220 do CTB e o estacionamento sobre passeios e em locais proibidos são responsáveis por grande parte dos congestionamentos e sinistros de trânsito, além de causar enorme risco aos pedestres que tem seus caminhos bloqueados e da mesma forma os ciclistas que tem o bordo da pista também bloqueados pelo estacionamento irregular.
Chega a ser “engraçado” (ou seria triste?) perceber que uma parcela de motoristas dos carros, reclamam de pedestres e ciclistas que andam muitas vezes mais rápido que ele nos congestionamentos, mas não reclamam daquele MALtorista que estacionou o carro na sua frente impedindo o fluxo do trânsito. A grande parte dos congestionamentos são causados pelos próprios motorizados que não respeitam um mínimo de Bom Senso e as próprias LEIS.

“Cidades com maior número de Bicicletas nas ruas, apresentam uma melhor qualidade de vida”

Rua Osni Ortiga ASSASSINA !

Sim, a Rua Osni Ortiga que margeia uma parte da Lagoa da Conceição é ASSASSINA porque meia dúzia de pessoas com poder de decisão,  não tem “coragem” para enfrentar alguns MALtoristas individualistas e egoístas que acham que esta via é uma pista de corrida.

Fazem alguns minutos fui “jogado” por um carro para fora da pista e no inexistente acostamento quase fui para dentro da Lagoa. Sim, “imbecis” instalaram tachões sobre o único espaço que nós ciclistas tinhamos para transitar por esta via. Após ter “caído” no chão ao lado da pista nenhum carro parou, demonstrando mais uma vez o “pensamento” de uma “grande maioria” de pessoas que andam de carro e  que pedestres e ciclistas estão no lugar errado, pois só eles com seus “motorizados poluidores” tem o direito de andar nas ruas e se acham os donos do mundo.
 Por que fui ao chão?
Por sorte vinha bem devagar e quando este idiota do carro passou raspando meu guidão, puxei a Bici para o lado direito, como estava com minha Bicicleta urbana aro 20 ao passar sobre o tachão, me desequilibrei e, para não cair para o lado do asfalto, onde carros passam sempre muita acima do absurdo limite permitido de velocidade de 60 km/h,  me joguei para o lado da Lagoa. Ao me levantar, antes de ficar em pé registrei minha visão. Claramente observamos os tachões e a total falta de espaço para um mínimo de segurança de pedestres e ciclistas. Há anos a Comunidade local vem reivindicando infraestrutura viária(movimentociclovianalagoaja), leia-se passeios, ciclovia e REDUTORES de VELOCIDADE  e nada acontece por aqui !!!


Nestas duas fotos podemos observar a faixa branca com tachões, ocupando o único e inseguro lugar por onde poderíamos passar com nossas Bicicletas. De um lado automotores quase sempre em excesso de velocidade (o limite autorizado de 60km/h,  já é incompatível com a vida) e do outro um guardrail. Este é o respeito que a administração de Floripa tem com seus moradores.

 

Duas fotos da ASSASSINA Rua Osni Ortiga na Lagoa da Conceição/Ilha de Santa Catarina/Florianópolis/SC.
Levantando e iniciando o pedal de retorno e uma imagem da via, onde apenas o caminho dos carros é existente, pessoas, ciclistas e outros não são bem vindos nesta cidade.

Esta é a terceira vez que sou “atingido” por um carro nesta via. Eu estava transitando com meu veículo dentro da LEI. Art. 58. Nas vias urbanas e nas rurais de pista dupla, a circulação de bicicletas deverá ocorrer, quando não houver ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, ou quando não for possível a utilização destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação regulamentado para a via, com preferência sobre os veículos automotores. De qualquer forma não consigo “entender”que seja necessário uma LEI, sendo que apenas o BOM SENSO e um pingo de inteligência para estes motoristas, seriam suficientes.
São infrações:
Art. 201. Deixar de guardar a distância lateral de um metro e cinqüenta centímetros ao passar ou ultrapassar bicicleta.
Art. 220. Deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma compatível com a segurança do trânsito, ao ultrapassar ciclista.


Meia Maratona de Floripa em Bicicleta !!!

Posted in Cicloturismo Urbano, Pedala Floripa e Bicicletas por aí..., Pedaladas... by danielbiologo on 19 de junho de 2011

Domingo cedo, seis da manhã, começo a pedalada para “participar” da MeiaMaratona de Floripa, sim “participar da festa, pois meu joelho não está permitindo correr. Começo a pedalada pela SC-406 via extremamente perigosa pois não tem acostamento transitável e como é praxe entre uma parcela considerável de motoristas de Floripa, que transitam pelas ruas ainda escuras em absurdo excesso de velocidade certos da IMPUNIDADE.
Pelo espelho da Bici, a única vantagem da “escuridão” é uma “fácil” percepção dos motorizados se aproximando … e que normalmente dá tempo de ter alguma ação ou reação e, que zunindo passam rápido, muito rápido a menos, muito menos de 1,5m do ciclista, mesmo tendo espaço para ultrapassar mais afastado (Art.201 do CTB: 1,5m de distância). Muda-se de via para a SC-405 e os mesmos problemas do mal uso dos carros continuam, o que mais deixa a todos indignados e que este trecho está para ser duplicado e não está prevista ciclovia e passeio (a Viaciclo ganhou uma ação para que sejam implantadas). Ainda temos o pensamento “carrocrático” onde somente os caminhos das carros são previstos, lembrando que ao duplicar vias, construir elevados, pontes e tuneis ou seja duplicando espaços automaticamente duplicamos o número de carros mantendo e piorando, duplicando os congestionamentos.

Ao chegar na Rod. Aderbal Ramos da Silva, entro na ciclovia da Beira Mar Sul, sem antes passar por riscos para conseguir acessar a mesma, pois o Trevo da Seta não contempla acessibilidade adequada a quem não estiver de automotor. Após passar pela calçada do trevo, chego na passarela que teve, depois de anos sendo solicitada, a rampa de acesso adequada ao uso. Chego na ciclovia e a sensação de pedalar em segurança é simplesmente “fantástica”, é muito bom mesmo, consigo pedalar sentindo prazer e o ambiente.

Entre cumprimentos aos poucos acordados, um fato curioso:
Um ciclista em sentido contrário se aproximava e a poucos dele metros falei;
-Bom Dia!
O ciclista em uma freada travando a roda no contrapedal da sua “barraforte” exclama:
-Eu te conheço? Em um tom não muito amigável.
-Parei “apreensivo”, me virei e disse: Não, não nos conhecemos, Daniel, prazer!
Ele só olhou e me disse:
-Porque me cumprimentas?
Respondo: -São seis da manhã de domingo, pedalando por aqui ou é um trabalhador ou é outro “perdido” como eu, e assim sendo só pode ser “gente boa”!
Ele teve que rir. Nesse instante já estávamos perto um do outro, esticamos os braços e depois de um aperto de mãos continuamos nosso caminhos !

Como tudo que é bom acaba logo, termina a Ciclovia e entro na rua para “compartilhar” a mesma com os motorizados. Passando por aqui, apenas dois ônibus que insistem em passar acelerando e tirando fina “incomodaram”. Antes de chegar a passarela da Ponte acabo tendo que pedalar pelo passeio para acessar a mesma com uma certa segurança. Pouco antes de chegar na Ponte Pedro Ivo reparo que o guard-rail atingido por um carro que se “perdeu” na curva, continua danificado (desde abril com certeza) com uma parte invadindo a estreita ciclovia. Na passarela da Ponte muita sujeira/lixo jogadas no chão e o vento levantando sacos plásticos e “jogando” os mesmos no mar, cacos de vidro também são vários no chão, cheguei a pensar que havia furado o pneu ao escutar um vidro se quebrando debaixo da minha roda. Chego ao continente e em poucos metros a mais estou passando por debaixo da Ponte Hercílio Luz. Em seguida chego na Beira Mar Continental “ainda” em Paz, sem carros. Aproximadamente sete horas da manhã e muitas pessoas por aqui, afinal segundo dados divulgados mais de seis mil corredores, mais amigos e parentes estão aqui para participar da MeiaMaratona de Floripa, com tem três “provas”; uma de 5 Km, uma de 10 Km e a Meia com 21 Km. Entre reencontros de vários amigos e amigas o horário de largada se aproximava, fiquei alguns metros na frente da largada e consegui fazer uma filmagem com a maquina de fotos, pelo menos dá para ter uma idéia de como foi (para ver, clique aqui).


Logo em seguida estava atrás dos corredores, quando encontro o Predactor e assim de Bicicleta curtindo uma pedalada e devagar prossseguimos acompanhando os corredores pelas ruas normalmente “entupidas” de carros e, agora fervilhando em pernas, risadas, conversas e suor. Atravessamos a Ponte Pedro Ivo com duas faixas exclusivas para os corredores, com certeza uma experiência única, pois é proibido e quase impossível cruzar as pontes em dias normais quando somente motorizados podem passar por cima dela. Chegando na Ilha e continuamos pela Av. Beira Mar Norte fechada para carros o que certamente conferiu uma boa segurança para que os corredores pudessem realmente se preocupar apenas em correr e curtir o evento (ver fotos aqui e aqui). No retorno cruzamos por cima da Ponte Colombo Sales, fazendo com que pela primeira vez milhares de pessoas cruzassem as pontes correndo e algumas de Bicicleta acompanhando os atletas, nesta ponte a travessia é feita com a visão da Ponte Hercílio Luz ao lado direito. Na chegada cumprimentei vários atletas e amigos e me despedi deles.

Hora do retorno e agora de volta a realidade, as mesmas ruas que há pouco pedalava com tranquilidade e que poderia ainda ser assim, não fosse a impaciência de muitos MALtoristas, que arrogantemente se utilizam de seus “tanques de guerra” para chegar aos seus destinos sem respeitar os demais integrantes que formam o trânsito, principalmente os mais frágeis Pedestres e Ciclistas e o que me remetem a frase do Willian Cruz: Eles querem andar rápido, Eu quero chegar !

Chega a ser engraçado quando eles buzinam passam por mim, alguns olham assim como que dizendo:
-Viu eu tô de carro, então sai da frente e aceleram…
Logo em seguida eu passo por alguns deles e agora me olham:
-Como pode? Eu tô de carro, como que ele chega na minha frente de Bicicleta?

Pedalo pela Ciclovia da Av. Beira Mar Norte, pelo centro de Floripa, passo pela Ciclovia da Av. Hercílio Luz, perto do Shopping Beira Mar penso que poderia dar uma volta nele mas, o mesmo não tem Bicicletário e mais uma vez deixo de frequentar o shopping, e assim acontece com diversos outros lugares. Tá na hora dessa turma “acordar”, ciclistas e cicloturistas são os “prejudicados”e quem sai perdendo são os comerciantes.
Paro do trapiche da BeiraMar onde encontro com amigos, conversas, pinhão e cerveja e assim recupero as calorias que perdi pedalando.

Início da tarde continuo a minha pedalada e decido ir pelo Corrégo Grande. Na Ciclovia perto da esquina uma rachadura me faz perder o equilíbrio e naquela cena “ziguezagueando” sem controle quase vou ao chão, restabelecido o comando só me resta fotografar este “ressalto asfáltico” (pela falta de manutenção/conservação) e prosseguir meu caminho. Na subida do morro da Lagoa depois de 85 Km pedalados “descubro” que minha Bicicletinha com três marchas não tem “motor” para subir, tudo bem empurrar uns seiscentos metros não é problema. Chego no topo e entre conversas com alguns turistas que sempre vem conversar comigo quando chego ao mirante:
-Nossa, você sobe o morro?
-Você veio de Bicicleta? (eles perguntam depois de me verem chegar pedalando até eles?)
E assim muitas outras pérolas”. rsrsrs
Tiro uma foto, como qualquer outro que visita o mirante e agora vou para o trecho mais rápido do pedal, a descida do morro. Aqui vou descendo pelo meio da faixa de rolamento para poder ter segurança de não ser empurrado para o lado por motoristas imprudentes, antes de chegar ao final já havia decidido enfrentar a Rua Osni Ortiga, uma das mais perigosas vias de Floripa devido ao extremo mal e mau uso por uma grande parcela de motoristas e seus motorizados, razão da “luta” da comunidade através do ‘MovimentoCiclovianaLagoaJá , que reivindica infraestrutura para o Transporte Ativo (Pedestres e Ciclistas) neste trecho, muito utilizado, e com uma “demanda reprimida” de novos usuários (pedestres e ciclistas) que pelo medo e risco de morte (real) deixam de utilizar este caminho em seus deslocamentos. A Bicicleta e o caminhar (Transporte Ativo) podem não ser a solução da Mobilidade Urbana mas, certamente são boa parte dela.

Para terminar minha pedalada de domingo, um caldo de cana no caldodecana.com …
Como diria meu cicloamigo Audálio…..Pedalei !!!

95km = pedalada de domingo, para participar da “festa” de rua que a MeiaMaratona de Floripa fez acontecer. Provando que com um pouquinho, só um pouquinho de boa vontade da Sociedade é possível fechar a Av. BeiraMarNorte (e outras) e devolver pelo menos aos domingos, o espaço público onde todos possam caminhar, pedalar, patinar, etc, com segurança!!

CIDADES FORAM FEITAS PARA AS PESSOAS !!

Transcrevo algumas palavras de amigos:

Evandro -Estavamos junto nessa parceiro (pedalamos juntos par alguns Km)
Paulo -Mandou bem Daniel. Tempão que não te via na Tribo.
Sérgio -Continua assim. as bikes um dia vão ter o seu espaço na bela Floripa Elma: Conheço essa medalha!! rsrsrsrs

E do site da Tribo:

“Destaque para o suporte dos alunos-bikes que estiveram presentes durante toda a prova dando total apoio aos nossos atletas e isso valeu cada segundo economizado, abraço especial”! 
OBRIGADO, apenas quis acompanhar a galera correndo e claro se fosse necessário ajudaria, mas a galera é fera e se saiu muito bem !! PARABÉNS fiquei com saudades de correr hehehehe

Ps. este é apenas um relato, e relato reflete os fatos do dia, reparem como sofre um pedestre, um ciclista e também os motoristas, simplesmente porque uma parcela de MALtoristas imprudentes e irresponsáveis acham que podem fazer tudo e descumprir toda regra. O particular não pode prevalecer sobre a coletividade.

Osni Ortiga … Extremo mal ou mau uso?

Posted in Cicloturismo Urbano, Falta de Educação, Respeito e Bom Senso. by danielbiologo on 17 de janeiro de 2011

“Sempre” o excesso de velocidade !!!

Domingo dia 16, um pequeno grupo de amigos saem para pedalar e curtir as praias e os visuais na Ilha de Santa Catarina. “Vão de Bike”, sem gerar poluição, congestionamentos, trazendo saúde para a cidade e colaborando com o fluxo do trânsito, lembrando que ao seguirmos “a regra” em Floripa, onde um carro transporta uma pessoa, aqui seriam sete carros a menos nas ruas!

São dois grandes problemas por aqui, o excesso de carros e o profundo desrespeito com o Código de Trânsito Brasileiro e com a VIDA dos Ciclistas e Pedestres pelo extremo mal (ou mau mesmo?) uso dos motorizados.

Nas fotos a seguir,  algumas ultrapassagens em uma das mais perigosas vias de Floripa, a Rua Osni Ortiga, por consequencia desta grande parcela de MALtoristas que insistem em descumprir toda e qualquer regra. Falta muita educação e multas de valor que se façam sentir no bolso!

Na foto do canto esquerdo superior, podemos ver a falta de acostamento, ciclovia ou ciclofaixa e o uso por Pedestres, Ciclistas, Caminhantes e motorizados. Nas três fotos do canto direito inferior carros tendo que invadir parte na contramão para ultrapassar e ainda aceleram mais para concretizar a arriscada manobra. Todos os demais não reduziram sua velocidade ao ultrapassar a Ciclista.!!!

Em menos de 2 Km, muitas ultrapassagens e o que mais me admirou é que nenhum reduziu a velocidade, e quase sempre acima do já elevado limite permitido para esta via, alguns até aceleram e tiram fina propositalmente para demonstrar sua força (seu carro é um tanque de guerra). Temos regras simples de serem seguidas e aqui quero citar duas o Art. 201. Deixar de guardar a distância lateral de um metro e cinqüenta centímetros ao passar ou ultrapassar bicicleta: Infração – média; Penalidade – multa. e o Art. 220. Deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma compatível com a segurança do trânsito: (…) XIII – ao ultrapassar ciclista: Infração – grave; Penalidade – multa. Entendemos que, em muitas vias fica impraticável ultrapassar a 1,5m da Bicicleta, e os tachões instalados nesta via vem piorar e muito nesta situação, pois faz com que o motorista “prense” o Ciclista, deixando o mesmo sem espaço mínimo para ter segurança. Mas temos o Art. 220, que é estupidamente ignorado. Se ao ultrapassar o Ciclista, o motorista do automotor reduzir sua velocidade de forma compatível (entenda-se devagar!) a segurança e a preservação da Vida são “efetivadas”!

Simples, fácil e todos saem ganhando!


Esta foto ilustra bem o desrespeito por esta grande parcela de MALtoristas que se acham donos das ruas (A Rua É de Todos!!!).

A Ciclista vai à frente e atrás outras seis Bicicletas, todos respeitando o Art. 58 e mesmo os motoristas de automotores visualizando os ciclistas, desrespeitam o CTB (Art.201 e Art. 220) e ainda acham que estão certos, ao passar rápido e muito perto dos ciclistas?

(Art. 58. Nas vias urbanas e nas rurais de pista dupla, a circulação de bicicletas deverá ocorrer, quando não houver ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, ou quando não for possível a utilização destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação regulamentado para a via, com preferência sobre os veículos automotores.)

Reflexos de uma impunidade “doentia” que se instalou em nossa Sociedade.

Motorista Respeite o Código de Trânsito Brasileiro, já não basta a poluição que causa o motor a combustão, teus atos e atitudes no trânsito  conseguem piorar ainda mais situação.

A Qualidade de Vida é diretamente proporcional ao Respeito às Leis pela Sociedade. RESPEITO É QUALIDADE DE VIDA.

A história se repete !!!

A história se repete.

Mais uma vez é o transporte individual é que tem, a prioridade.

A rua Osni Ortiga que margeia uma parte da Lagoa da Conceição, desde sua implantação, nunca teve acostamento, muito menos um passeio ou ciclovia. A questão, infelizmente, é comum em diversos lugares, pois apenas o caminho dos carros é previsto e/ou implantado.

Esta via é provavelmente uma das mais perigosas de Floripa, pelo extremo mal uso que uma grande parcela de MALtoristas com comportamento individualista, egoísta, irresponsável e imprudente insistem em ter ao transitar por ela.

Dias atrás, um recapeamento, uma fina camada de asfalto foi colocada sem necessidade, mas o caminho das pessoas a pé, de Bike nem foi “cogitado”, permanecem os buracos, desníveis e outros. Um cadeirante não pode ter o prazer de passear pela orla? Pedestres e  Ciclistas? Todos que utilizam esta via, acabam sofrendo sérios riscos (inclusive risco de morte) ao transitar por aqui.

Ultrapassagens em alta velocidade mesmo com faixa dupla são constantes, o excesso de velocidade é quase uma regra. Motorizados de todo tipo transitam por aqui sem nenhum respeito as Leis ou a Vida de qualquer um!

Há muito mais de uma década que a comunidade pede a implantação de estruturas viárias, tais como um passeio e Ciclovia, além de equipamentos para reduzir a alta velocidade dos motorizados.

Temos até uma curva com o nome de; Curva da Morte.

Por experiência própria que já fui atingido duas vezes por carros sempre desrespeitando s Lei e todo o resto. As duas vezes estava treinando a pé (correndo)  pelo inexistente acostamento. Uma vez uma “grande camionete” ultrapassa na curva com faixa dupla e tachões e atinge com o espelho retrovisor meu ombro e braço, não precisa dizer que o MALtorista percebeu, mas simplesmente acelerou ainda mais e sumiu …outra vez, foi um carro pequeno que bateu na minha perna.

Placas de sinalização são constantemente danificadas, regras de trânsito são muitas vezes ignoradas e o desrespeito a Vida dos mais frágeis no trânsito, fazem com as ruas de Floripa sejam ambientes hostis aos pedestres, ciclistas e cadeirantes. As cidades foram feitas para as pessoas e assim sendo, temos que repensar e reformular a idéia da priorização dos carros nas cidades. Temos que devolver o espaço das pessoas, atualmente tomados pela “força bruta” de toneladas de ferro e aço com seus motores que vomitam gases tóxicos no ar que respiramos!

Pedal de retorno ….

Posted in Uncategorized by danielbiologo on 10 de outubro de 2010

Domingo 6h retornando para casa. Saindo do Centro, passei pelo Parque da Luz e no mirante da Hercílio Luz, para depois chegar na Av. Beira Mar Norte ainda sem ou com quase nenhum movimento de motorizados. Aproveitei para pedalar na própria avenida em seguida entrei na Ciclovia (em eterna reforma) e sem pressa pedalava sentindo uma “quase” paz, na rua “quase” sem carros. Chegando na Av. Madre Benvenuta escutei o ar vazando em meu pneu traseiro e rapidamente ficou totalmente vazio. Parei e vi o caco de vidro fincado no pneu. Mais uma vez, de novo, outra vez, novamente um caco de vidro de garrafas de cerveja que são deixadas/jogadas no chão da Ciclovia, principalmente perto do Bar Koxixo’s e pontos de ônibus, por imbecis e idiotas que prejudicam e ferem a todos inclusive eles mesmos. Outro dia passava pelo Koxixo’s quando um desses acéfalos pisou numa garrafa quebrada e cortou seu pé e o chinelo. Poderia ter evitado simplesmente deixando a garrafa em local adequado e assim também evitaria furar o pneu de várias bicicletas que diariamente transitam por aqui!!!

Ciclovia da Av.BeiraMarNorte, é pau, é pedra,

é caco de vidro, é o fim do caminho ….

Troca da câmara feita, retomei o pedal, passei pelo Parque São Jorge e depois “encarei”, como sempre, o morro da lagoa.

Na subida com o movimento de carros ainda “pequeno”, os poucos motorizados sobem como se estivessem indo tirar a “Mãe da forca”, tamanha a velocidade, além incompetência de dirigir “comendo” faixa (acostamento) e até invadindo a mão contrária, demonstrando claramente que não sabem comandar o veículo. É urgente e imprescindível a instalação de radares fotográficos e consequentemente multas para educar os MALtoristas que diariamente colocam em risco de morte a todos que estão nas ruas, por muitas vezes “matam” mesmo.

Ao entrar na rua Osni Ortiga, trecho de algumas centenas de metros onde só há via simples, o individualismo e egoísmo de MALtoristas quase sempre se fazem presentes. Hoje foi ridículo quando um Audi vermelho, ultrapassa de forma muito agresssiva neste trecho que tem limite de 40km/h. Eu pedalava a 30km/h, ou seja este indíviduo poderia tranquilamente esperar para ultrapassar com segurança. Mas não, passou dessa forma irresponsável, ao que gritei -Respeite o ciclista e as Leis de trânsito!  O carro reduz, para quem estava com pressa?, e o MALtorista gesticula com o dedo médio (maior que aquilo que ele tem no meio das pernas), abaixa a mão de novo e quase parando o carro no meio da via mostra “algo”,  (uma arma?), reduzi a pedalada, mas assim que estava a poucos metros do carrinho vermelho, ele sai em velocidade e some pela Osni Ortiga que também deveria ter radares para coibir o excesso de velocidade constantemente desrespeitados pelos motorizados e os incidentes, muitos que terminam com morte, seriam evitados. Minutos depois um Gol prata em excesso de velocidade ultrapassa com faixa dupla e tachões proibindo este tipo de manobra, literalmente me jogando para o inexistente acostamento (foto ao lado). Até quando teremos MAltoristas desrespeitando tudo e todos em nossas ruas?

Depois de todo esse “stress”, pedalei olhando para a Lagoa e observei a avifauna, que sobrevive nas poluídas águas da “maravilhosa e esquecida” Lagoa da Conceição.

Patinhos  =  garças e gaivota  =  biguás.

O pedal foi curto e mesmo assim muita coisa ruim aconteceu, quase tudo pelo individualismo e egoísmo de outras pessoas. Até quando a Sociedade vai se comportar assim? Será que é tão difícil perceber, que cada um fazendo sua parte de “acordo” e respeitando as Leis que visam “regrar” o convívio e a harmonia entre todos, todos nós ganhamos!

Pedalei 21km e com uma troca de pneu e um morro no caminho, em pouco mais de 1h cheguei em casa!

Uma curiosidade:

enquanto escrevia este relato,

o relógio marcou 10h, 10min e 10seg,

no dia 10 do mês 10 do ano de dois mil e 10 !


MALtoristas na rua Osni Ortiga

Posted in Meio Ambiente, Publicados por aí ... by danielbiologo on 4 de outubro de 2010

É assustador como uma parcela de MALtoristas se “comporta” no trânsito com seus veículos. A rua Osni Ortiga é uma das mais perigosas vias de Floripa, simplesmente pelo egoísmo individualista desta parcela. O já elevado limite de velocidade para uma via com estas características, é constantemente desrespeitado e vários motorizados em verdadeiros atos de imprudência e irresponsabilidade, provavelmente pela “certeza” da impunidade, trafegam assim gerando risco de morte aos pedestres, ciclistas e demais integrantes do trânsito. Temos que ter multas elevadas para “educar” estes MALtoristas.