Danielbiologo's Blog

SC 401 …

Posted in Falta de Educação, Respeito e Bom Senso., Frases e Reflexões., Publicados por aí ... by danielbiologo on 23 de fevereiro de 2011

…..A SC 401 não é perigosa,

perigoso é como se permite dirigir nela!……

Clique sobre a miniatura para ver o post original.

Velocidade …

Posted in Falta de Educação, Respeito e Bom Senso., Publicados por aí ... by danielbiologo on 6 de fevereiro de 2011

Para ler o editorial “Velocidade irresponsável“, clique aqui.

Como estou dirigindo.

Fábrica de infratores.

Para ver o original no Diário Catarinense on-line, clique aqui.

Pedaladas no oeste …

Posted in Imagens & Fotos, Meio Ambiente, Pedala Floripa e Bicicletas por aí... by danielbiologo on 30 de outubro de 2010

Na última semana de outubro em viagem de trabalho, dobrei minha Bike e coloquei na sacola! Nos dias 26, 27 e 28 durante as madrugadas e as noites saía por São Domingos para pedalar, a pequena cidade tem ruas largas com curtas subidas e descidas que fazem um pedal bem “intervalado” ou seja com bastante variação de “força motriz” (leia-se força nas pernas). O problema que a maior parte da cidade ou pelo menos muitas ruas são cobertas (“pavimentadas”) com pedras e alguns trechos chão batido mesmo, para uma MTB não teria problema nenhum, já com minha dobrável….bem não pedalei nestas ruas.

Acabei por pedalar na SC 480, rodovia estreita sem nada de acostamento ou mesmo área transitável, aqui só tem um lugar para pedalar e, é no meio da faixa junto com o tráfego local. Tinha que ficar atento aos sons dos motorizados, como a estrada sobe e desce acompanhando a ondulação do terreno (pequenos vales) quando o som do motor se faz presente o “motor” está logo atrás de você e não há o muito que fazer, quem tem que desviar é o caminhão ou o carro que vem “voando”. Pedalando antes do sol nascer, conseguia visualizar ao longe os faróis e ter uma certa segurança, margem de tempo para alguma ação e poder pedalar com certa tranquilidade. O problema maior é o desrespeito dos MALtoristas que dirigem seus bólidos de ferro muito acima da velocidade regulamentada, e durante a madrugada se sentem mais “protegidos” pela impunidade de não serem multados. Se ao menos quando visualizassem o ciclista reduzissem a velocidade para ultrapassar com um mínimo de segurança, mas………..

Frase no quadro na recepção do hotel.

…. pedalava pelo asfalto em meio as plantações, colinas, remanescentes (pouco, muito pouco) da Mata Atlântica, horizontes a quase perder de vista e ninguém em kilometros ao redor, mesmo estando próximo da cidade, estava em um verdadeiro pedal “solo”. Por diversos momentos dá para realmente sentir a solidão e que te faz pensar, eu diria realmente conversar consigo mesmo! Pouco a pouco o dia começa a clarear e pedalando com o Sol nascendo por vezes diretamente em meus olhos, o que me fez lembrar da música que “escolhi” para o nascimento da minha filhota; “Sunshine on My Shoulders” de John Denver.

Apesar de estar vivendo o “sunrise”… chorei de verdade …um momento de felicidade !

Sunshine on my shoulders makes me happy

sunshine in my eyes can make me cry

sunshine on the water looks so lovely

sunshine almost always makes me high


if i had a day that i could give you

i’d give to you a day just like today

if i had a song that i could sing for you

i’d sing a song to make you feel this way

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Um fato curioso e engraçado ocorreu. Conversando com moradores locais e outros, comentei dos meus pedais e acabei por mostrar umas fotos diretamente na máquina de fotos e surgiu o comentário; -Você então é o “ciclista fantasma”? Que está “assombrando” as madrugadas e noites da cidade ??? kkkkkk Os refletivos e luzes da Bike atiçaram a imaginação dos poucos que viram minha “superhipermegaultrafoldingbike” aro 20 “rasgando” o asfalto da região. E claro durante o dia eu estava trabalhando e não pedalei e a brincadeira foi essa, afinal o “ciclista fantasma” só aparecia quando não havia luz !!!

Pedalei……..heheheheeeee

Voltando para casa … relato de alguns problemas

Posted in Cicloturismo Urbano, Imagens & Fotos, Pedala Floripa e Bicicletas por aí... by danielbiologo on 14 de outubro de 2010

Volltando para casa, faltando 15,5km, pedalando pela SC 282 – Rod. Gov. Gustavo Richard (próximo a Passarela do Samba Nego Quirido), na qual o limite de velocidade para os automotores é de 80km/h, que já é elevadíssimo para trânsito urbano, e muito pouco respeitado pelos motorizados. Sem dúvida é um dos maiores desestimulos, geram medo (com razão), para uma grande parte da população que gostaria de utilizar a Bike em seus deslocamentos urbanos. Por este e outros que é imprescindível que sejam implementadas Ciclovias e Ciclofaixas, principalmente em rodovias, avenidas e ruas como esta da foto.

Aumentando a segurança dos ciclistas muitos cidadãos deixariam seus carros em casa e usariam mais as Bicicletas, os congestionamentos, provavelmente não iriam terminar mas, certamente seriam reduzidos. Lembram da citação; “Uma Bicicleta na rua, um carro a menos”. Então?

Depois de alguns km chega-se ao aterro sul, e paralela a Rod.Gov. Aderbal Ramos da Silva, encontramos a Ciclovia para durante alguns kilometros ter certa segurança ao pedalar. Ironicamente a primeira sinalização é uma placa proibindo motocicletas (motorizados) de transitar na Ciclovia. Onde chega a absurda falta de educação e respeito? Não bastasse varias vias destinadas apenas para os motorizados, alguns insistem em “andar” nos parcos metros destinados a todas as Bicicletas e pedestres.

Pedala-se relativamente bem por aqui, há poucas interrupções (passagens), poucos buracos mas, tem que ter cuidado ao passar pelas galerias onde surgem quinas e degraus no meio do caminho que podem desequilibrar um ciclista desatento. Mas como tudo que é bom acaba logo, ao final desta Ciclovia chegamos ao Trevo da Seta. Aqui onde um viaduto está sendo construído com a “falsa” promessa de acabar com as filas (congestionamentos) na região. A Sociedade ainda não “percebeu” que o problema não são as vias urbanas, temos um excesso de carros que as ruas não conseguem comportar e duplicar, construir elevados, viadutos, tuneis não adianta, se a cada dia colocamos mais e mais carros nas ruas…??? No final desta Ciclovia somos obrigados a entrar na “via expressa” onde os motorizados não respeitam a velocidade e nada que está à sua frente (?). O pior de tudo é que as obras acontecem e nada de ciclovia ou estruturas que favoreçam o transporte ativo, pedestres e ciclistas não tem vez, cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção então ????

Três momentos críticos, quando termina a ciclovia e temos que entrar na via de alta velocidade dos motorizados, no trecho espremido com os carros que desrespeitam o Código de Trânsito e motoristas ditos profissionais que passam como se não existisse um ciclista no bordo direito da pista como manda a Lei. Desrespeitando o CTB como verificamos abaixo;

Art. 201. Deixar de guardar a distância lateral de um metro e cinqüenta centímetros ao passar ou ultrapassar bicicleta:

Art. 220. Deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma compatível com a segurança do trânsito e ao ultrapassar ciclista.

Na SC-406 onde não há acostamento transitável uma placa alertando para a presença de ciclistas, é instalada. Se ao menos houvesse o respeito dos motoristas de automotores a placa serviria para alguma coisa. Apesar do CTB deixar claro como deve ser o comportamento do motorista no comando de um carro mas, não é o que observamos nas ruas de Floripa. A certeza da impunidade dá essa falsa sensação de que o MALtorista nunca será multado e pior de tudo é este mesmo MALtorista pelo seu egoísmo individualista pode colocar em risco de morte pedestres e ciclistas que “ousem” estar em seus caminhos !!! ???

 

É, tá difícil mesmo, em poucos kilometros urbanos é isto que encontramos. Por isso, pelo medo dos MALtoristas, muita gente que gostaria de estar com suas bikes, acabam por deixar de pedalar e curtir a cidade como nenhuma outra forma de locomoção permite.



Passeio Ciclístico de um domingo.

Posted in Pedala Floripa e Bicicletas por aí..., Uncategorized by danielbiologo on 15 de agosto de 2010

Domingo cedo enquanto calibrava os pneus da Bici comendo bisnaguinha com nuttela, olhei o céu e vi que um dia de sol estava por vir, temperatura fria, mas boa para pedalar. Pouco depois das 7h já estava pedalando curtindo o visual e a Lagoa da Conceição. Bem cedo o movimento de motorizados é relativamente pequeno mas que acarreta em outro grave problema, os MALtoristas aceleram demais ultrapassando e muito o limite de velocidade regulamentado para as vias. Taxis passam voando e ainda são motoristas de profissão, ou seja, deveriam conhecer e respeitar as Leis (CTB). Ao passar pelo centrinho da Lagoa é possível reparar porque durante o dia os congestionamentos se tornam frequentes, existem diversas placas de sinalização organizando os espaços proibidos para estacionamento … em breve todas estas placas serão ignoradas com automotores parados impedindo o fluxo do trânsito, pura falta de educaçao e senso de coletividade. Iniciei a subida do Morro e logo na primeira curva um carro faz a curva em “alta velocidade” cantando pneu com um bando de indivíduos, vi que um deles segurava uma latinha de cerveja. Continuei a subida, tentava não usar a marcha mais leve mas, tive que mudar na primeira curvinha mais inclinada. Passou um ônibus por mim sem problemas, até porque como havia pouco movimento o motorista passou a uma distância segura, pronto foi só algum motorista fazer o que deve ser feito para outro MALtorista em um carro surgir ultrapassando com faixa dupla em manobra arriscada. Cheguei ao topo e encontrei três pessoas que cumprimentei e iniciamos uma breve conversa, estavam indo para Chapecó e uma das moças disse que havia comentado dentro do carro ao me ultrapassar na subida do morro -“Que vontade de pedalar nesse morro e frio!”, ri e disse, -mas agora tem a recompensa deste lado é só descida…hehehehe

Na Av. Madre Benvenuta com pouco movimento até foi tranquila a pedalada, cheguei ao ponto de encontro e como era cedo resolvi dar uma passeada, entrei na UFSC, Lauro Linhares, Della Bikes/Café dos Esportes, Av. BeiraMarNorte onde andei na ciclovia de “crossscountry” para em seguida parar para tomar um café e esperar o Fabiano e os “outros”. 8h40min e somente o Fabiano e Eu, saímos com destino ao Passeio Ciclístico, fomos em velocidade de cruzeiro urbano conversando e rapidamente chegamos no destino. Apresentações na concentração e cumprimentos aos amigos ciclistas que chegavam, entre conversas, risadas e assuntos diversos que sempre terminavam com um certo tom #vádebike (twitter mode), o tempo ia passando. Queria uma foto minha e pedi ao Vinicius que tirasse uma, levantei minha Bici para a foto, vi o Marcelo fotógrafo do Floripa shopping e o fotógrafo do DC, que pediram para segurar um pouco mais minha magrela no alto, para mais algumas fotos.

Chegada a hora do passeio com a Polícia Militar abrindo caminho e com carro de Bombeiros e Ambulância na retaguarda para dar segurança aos ciclistas, muitas crianças só assim tem a oportunidade de pedalar na rua! É algo muito “estranho” mesmo, para poder ter um mínimo de segurança por cauda da impaciência e individualismo de MALtoristas (não são todos!) temos que ter “barreiras” policiais para não sermos atropelados!!!??? O caminho não foi dos melhores para as crianças pelo tipo de calçamento, lajotas bastante irregulares e esburacadas mas, faz parte da rua e temos que aprender a andar por elas. Pedalei ao lado da Júlia de 10 anos, que em determinado momento estava um pouco  “chorosa” por um pouquinho de dificuldade no trajeto, ao lado dela disse palavras de incentivo e em poucos segundo ela pedalava com alegria e disposição, nada que um bom empurrão moral não resolvesse. Ao meu lado uma “explosão”, seguido do susto, um pneu de uma speed havia estourado, num pedal normal todos teriam parado para a troca, neste passeio ninguém parou a não ser o ciclista e seus amigos, tudo bem faz parte. Uma parada no Centro Administrativo do Governo para tomar uma água e em seguida retornar pelo mesmo trajeto. Voltei conversando com os amigos do “Pedal Continente”, chegamos no shopping e entramos pelo caminho, ciclofaixa até o novo bicicletário. Do lado de fora um breve sorteio de alguns brindes. Ao meu lado o Luiz Andrade, amigo ciclista que tem uma dobrável igual a minha, é sorteado com um belo prêmio R$ 300 para gastar na Loja Centauro do shopping. Eu ganhei bons momentos e algumas revistas da BikeAction.

Feitas as despedidas, o Vinícius, Fabiano e Eu iniciaríamos o pedal de volta ao ponto de partida, em poucos minutos chegamos e aqui cada um seguiu seus caminhos. Eu fui até o supermercado onde me encontraria com esposa e filha. Neste supermercado, na farmácia não havia o serviço de aplicação de injeção (tratamento da esposa) e então iríamos ao outro. Elas de carro eu de Bici, cheguei no super e entrei no estacionamento, rodei por todo ele e não achava o carro, passados alguns minutos quando pegava meu celular para ligar, vi elas entrando. Mesmo sem congestionamentos e seguindo as regras de trânsito a Bicicleta chegou na frente, tudo bem a distância era pequena mas….

Para almoçar entrei com meu veículo na praça de alimentaçao, encostei ela longe da passagem das pessoas para não atrapalhar, me sentei de frente para ela (vigilância total sobre a Bici…kkkk) e almoçamos.

Fotos do Fabiano, clicar neste X

Fotos do Vinícius, clicar neste X

Minhas fotos, clicar neste X

 

Representação gráfica do pedal. 41,2 km total.

Violência no trânsito – Isso tem que ter fim !

Posted in Meio Ambiente, Pedala Floripa e Bicicletas por aí..., Textos Diversos Recebidos by danielbiologo on 13 de julho de 2010
13 de julho de 2010 | N° 8865

EDITORIAIS

Na selva do asfalto

A matança no trânsito tornou-se rotina nos finais de semana no Estado. Entre as noites de sexta-feira e domingo, mais seis pessoas morreram nas estradas e vias urbanas catarinenses. Um final de semana comum, sem feriadão, sem nenhuma daquelas festas populares que multiplicam o movimento nas estradas. Mas, estimulada pela irresponsabilidade e imprudência dos condutores de veículos, que, segundo as estatísticas, respondem por 94% dos acidentes com mortes em Santa Catarina, a matança não dá trégua. Excesso de velocidade, ultrapassagens proibidas e de risco. O desrespeito às normas e procedimentos civilizados do trânsito é a regra. Santa Catarina, mais uma vez, fez jus ao seu triste segundo lugar no ranking nacional da letalidade no trânsito em relação ao número de veículos de sua frota.

Os registros policiais do final de semana confirmam, também, outra particularidade chocante: a maioria dos mortos no asfalto selvagem foi de jovens entre 18 e 26 anos, hoje vítimas preferenciais da violência em todos os níveis. As implicações desta constatação são evidentes. Igualmente, houve casos de embriaguez ao volante, sinalizando que a providencial Lei Seca perde sua força por falta de fiscalização mais severa e atenta. É urgente e necessário que o aparato oficial se equipe e vigie, com mais eficiência e rigor, as rodovias e vias urbanas, que retire os infratores de circulação e que aplique a lei, em todo o seu rigor.

Em nome da vida.


RODOVIAS FEDERAIS SC

Cresce o número de vítimas

… guard-rail não resolve os “incidentes” com os carros.

Posted in Meio Ambiente, Pedala Floripa e Bicicletas por aí..., Publicados por aí ... by danielbiologo on 15 de julho de 2007